sexta-feira, 3 de junho de 2011

Novas Crónicas da Boca do Inferno

O livro que eu li é um conjunto de crónicas de Ricardo Araújo Pereira.

 Trata-se de um critica à sociedade portuguesa com um misto de humor e sarcasmo.

Eu gostei do livro pois retrata assuntos que à partida seriam completamente irrrelevantes e dá-lhes uma nova vida com o mais fino humor de Ricardo Araújo Pereira.

O único aspecto negativo é a ridicularização extrema de certos assuntos que torna por vezes algumas crónicas dificeis de ler.

No geral, é um livro de fácil leitura apesar de ser necessária alguma cultura geral para entender os assuntos tratados, muito bem escrito com um combinação excelente de vocabulário.

Matias Manuel nº19 10ºC.

  

Anjo Branco

O livro que eu li foi o Anjo Branco, este foi escrito por José Rodrigues dos Santos, um esctritor e jornalista conceituado.
O livro trata a vida de um médico, José Branco, que é enviado para um lugar esquecido por Deus, em Moçambique, para ajudar as pessoas com problemas de saúde. Enquanto está lá, ganha o  nome de Anjo Branco, pois ele ía de avião para os sítios mais esquecidos, para ajudar as pessoas e também porque usava uma bata branca.
A vida dele mudou por completo com o rebentar da Guerra do Ultramar, a itensidade do trabalho dele aumentou e esteve fugitivo.
Eu adorei o livro, acho que é espectacular, consegue focar a nossa atenção para o livro, pois tem uma história bastante interessante. Este livro só tem um defeito, esse defeito é ir ao pormenor de tudo, isto torna a leitura um pouco cansativa.
Francisco Vidal nº7 10ºC

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Para a minha irmã

Jodi Picoult é a autora do fantástico livro que li este período.

Brian e Sara são pais de duas crianças: Jesse, o rebelde irmão mais velho e Kate.
Representam uma família feliz até que é diagnosticado a Kate um tipo de leucemia grave, quando esta tem dois anos.
Quando os tratamentos começam, Kate precisa de um dador compatível para poder fazer transfusões de sangue e de medula óssea. Começam por fazer análises a Jesse na esperança que seja compatível com a irmã. Porém, isso não acontece.
Então, Brian e Sara decidem ter outro filho, a conselho de um dos médicos com quem falaram.
Nasce assim Anna, com a finalidade de salvar a irmã, Kate. Anna é submetida a várias transfusões, injecções e operações para salvar a irmã. Até que um dia, cansada de todas estas intervenções médicas, decide vender o colar que o seu pai lhe tinha oferecido e que ela nunca tirou, para poder pagar a um advogado que a defendesse. Assim, Anna vai a tribunal para tentar ganhar o poder tomar as decisões que dissessem respeito ao seu corpo.
Estou a gostar muito de ler este livro, porque embora ainda não tenha terminado, o assunto de que trata é algo que me interessa. Para além do assunto ser genial, a forma como o livro está escrito é magnífica, porque permite-nos compreender o ponto de vista de cada personagem.
Soraia Batista Costa
Nº25  10ºA

terça-feira, 31 de maio de 2011

Homem na Escuridão



E se  América não tivesse em guerra com o Iraque mas consigo própria? Nesta América as Torres Gémeas não caíram e as eleições presidenciais de 2000 conduziram á secessão, com estado após a abandonar a união e uma sangrenta guerra civil a instalar-se. Este mundo paralelo é criado pela mente e pelo o coração perturbados de August Brill, um crítico literário vítima de insónias. Com 72 anos Brill está a recuperar de um acidente de viação em casa da filha, em Vermonte, para afastar recordações que preferia esquecer - a morte da mulher e o violento assassinato do namorado da neta - conta histórias a si próprio. Gradualmente, o que Brill tenta desesperadamente impedir insiste em ser contado. Com a neta a juntar-se-lhe de madrugada, ele arranja finalmente coragem para revistar os seus piores dramas.

Achei este livro um pouco estranho por existirem dois mundos e o narrador viver em ambos. A linguagem utilizada por vezes, é um pouco agressiva, mas prende-nos para continuar a ler.~

Bernardo Pinto
10º A

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O meu pé de laranja lima é um romance juvenil, escrito por José Mauro de Vasconcellos e publicado em 1968.

Este livro retrata a história de um menino de cinco anos chamado Zezé, que pertencia a uma família muito pobre e muito numerosa. Zezé tinha muitos irmãos, a sua mãe trabalhava numa fábrica, o pai estava desempregado, e como tal passavam por muitas dificuldades, pelo que eram as irmãs mais velhas que tomavam conta dos mais novos; por sua vez, Zezé tomava conta do seu irmãozinho mais novo, Luís.
Zezé era um rapazinho muito interessado pela vida, adorava saber e aprender coisas novas, novas palavras, palavras difíceis que o seu tio lhe ensinava. Contudo, passava a vida a fazer traquinices pela rua, a pregar peças aos outros e muitas vezes acabava por ser castigado e repreendido pelos pais ou pelos irmãos, que passavam a vida a dizer que era um mau menino, sempre a fazer maldades. Todos estes factores e o facto de não passar muito tempo com a mãe, visto que esta trabalhava muito, faziam com que Zezé, muitas vezes, não encontrasse na família o carinho e a ternura que qualquer criança precisa.
Ao mudarem de casa, Zezé encontra no quintal da sua nova moradia um pequeno pé de laranja lima, inicialmente a ideia de ter uma árvore tão pequena não lhe agrada muito, mas à medida que este vai convivendo com a pequena árvore e ao desabafar com esta, repara que ela fala e que é capaz de conversar consigo, tornando-se assim o seu grande amigo, aquele que lhe dava todo o carinho que Zezé não recebia em casa da sua família.
            
                                      Tiago Vasconcelos nº26 10ºC

domingo, 29 de maio de 2011

No teu deserto




Miguel Sousa Tavares é o autor do livro que li - No teu deserto.
Este livro é um "quase romance", como diz o autor, e também uma homenagem ao deserto e a uma jovem mulher que ele conheceu numa viagem ao deserto do Sahara no norte de África. Aliás é sobre essa viagem que ele fez ao deserto com Cláudia (a tal jovem) que trata o livro.
É ao mesmo tempo um livro de nostalgia em relação a Cláudia(que acaba por morrer) e ao deserto, com o qual o autor não perdeu o contacto.
É um execelente livro, foi o livro que mais gostei de ler até hoje e não digo isto por serem só 128 páginas, mas por ser uma história que se indentifica comigo, por ser uma viajem ao inacessível e vasto deserto, por ser um livro que, apesar de pequeno e com uma leitura fácil, transmite tantas sensações e um bem-estar íncrivel ao leitor.
Jomi 10ºA

Fim da Inocência

O livro que li este período, Fim da Inocência, foi escrito por Francisco Salgueiro. Francisco Salgueiro nasceu em Lisboa, em Junho de 1972 e actualmente é sócio da empresa de marketing digital Wibbi Marketing Tailors.
Aos olhos do mundo, Inês era a menina perfeita. Frequentava um colégio nos arredores de Lisboa e relacionava-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Por detrás das aparências, a realidade era outra e bem distinta. Inês e os seus amigos eram consumidores regulares de drogas, participavam em arriscados jogos sexuais e utilizavam desregradamente a internet, transformando as suas vidas numa espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional.
A meu ver, o livro está muito bom, embora o vocabulário não seja o mais adequado, embora seja bastante realista. O livro foi escrito mais para alertar todos os pais, pois mostra a realidade do Séc. XXI. Eu gostei muito do livro, contudo deixou-me muito escandalizada, pois eu não tinha conhecimento de metade destas realidades e acho que estas atitudes só degradam o meu país. Mas este livro pode funcionar como um alerta para todos nós.
Catarina Querido, 10ºA