quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A Eneida




A Eneida é uma epopeia, que tem como autor, o poeta romano Virgílio e tinha como finalidade, cantar a glória e o poder de Roma. Foi-lhe encomendada (a Virgílio) pelo imperador Augusto, de Roma, que lhe ordenou, que relatasse a expedição de Eneias e do seu povo (Tróia), ao longo dos países banhados pelo Mar Mediterrâneo, onde estes aportaram. (Povo troiano, que segundo dizem, terá sido um povo antepassado de Roma, a quem veio dar origem).

Dando sequência à Ilíada, do poeta grego Homero, a ação da Eneia tem início com a guerra de Tróia e com a partida do povo derrotado (Tróia), rumo à Terra Prometida dos seus antepassados, onde aí reconstruiriam, de novo, o seu império. Depois de consultar o oráculo e escutar, atentamente, as devidas profecias, Eneias acabou por ir parar a Cartago, tendo de enfrentar, pelo meio, diversas adversidades humanas e sobrehumanas (ciclopes, harpias, Deuses, entre outras). Em Cartago, conheceu a rainha local, Dido, a quem contou os seus feitos e do seu povo, o que a fez apaixonar-se por ele. Contudo, não foi correspondida, pois Eneias, tinha sido encarregue da missão de conduzir o seu povo à Nova Tróia. Isto provocou um profundo desgosto à rainha e consequentemente, levou-a a suicidar-se. Entretanto, no meio destes acontecimentos, Eneias desce aos infernos, onde reencontra o seu pai, Anquises, que faz uma previsão gloriosa do domínio e da grandeza que Tróia viria a ter no futuro. Retomando a sua viagem, Eneias partiu mar adentro, acabando por desembarcar no tão desejado destino. Todavia, a Itália já tinha outros povos que a habitavam. Cabe agora a Eneias, a função de integrar o seu povo, junto daqueles que lá se tinham instalado. Para isso, terá de estabelecer alianças e obter vitórias diante dos seus inimigos, para que um dia possa reerguer a nação, por que tanto lutou...
Para concluir, posso afirmar que gostei do livro. Devo dizer que tinha alguma curiosidade e não defraudei as minhas expetativas, porque de facto, achei interessantes as histórias deste povo troiano, precedente do povo romano, que como tivemos oportunidade de estudar, em anos anteriores, terá construído um dos maiores impérios da história da Humanidade.


António Pedroso nº5 11ºA

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



Ilha Teresa, Richard Zimler


Ilha Teresa é um livro que envolve drama e um certo romance. 
Foi escrito por Richard Zimler e retrata a vida de uma rapariga, Teresa, de 15 anos, que vivia em Portugal e foi obrigada a mudar-se para a América com a sua família devido ao estado de saúde do pai. Esta rapariga não se consegue integrar logo de início porque não sabia falar inglês e, por isso, não sabia como comunicar com as pessoas.
Teresa conhece um rapaz, Caetano Cabral, mais conhecido por Angel, de origem brasileira e de 16 anos, com quem ganha uma enorme confiança e vive muitas experiências.
Este livro retrata todas as complicações que vão surgindo na vida de Teresa e que fazem com que ela pense que já não há nada neste mundo que faça sentido.
Este é um livro que de início aparenta não ser muito interessante, mas com o desenvolver da história ficamos com uma certa curiosidade de saber o fim; de saber se acaba tudo bem ou se, pelo contrário, as coisas pioram. 

Patrícia Rodrigues Costa 11ºB

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Sétimo Selo

O Sétimo Selo é mais um livro de aventura, ação e romance de José Rodrigues dos Santos.
Desta vez o tema central recai sobre o aquecimento global e as suas graves consequências no futuro. Tomás de Noronha, o já cativo protagonista das obras de JRS, junta-se à Interpol para estudar um homicídio relacionado com o lendário 666, o número da besta. Graças a tudo isto, Tomás é lançado em mais uma, literalmente, calorosa aventura que gira em volta dos negócios do petróleo e das suas consequências a breve prazo. Será que o mundo aguentará muito mais tempo? Será que o fim está à porta?
Na minha opinião, está aqui mais um belo trabalho de JRS. Como é habitual, nos seus livros JRS trata de assuntos atuais, contemporâneos e polémicos e este livro não foge à regra. Com a sua leitura fiquei a saber muito mais sobre o tema da poluição e aquecimento global e as consequências que este trará muito em breve, talvez muito mais cedo do que esperávamos.
Recomendo este livro a todo o tipo de público já que, apesar de estar muito bem escrito e de ser de fácil leitura, se apresenta como uma enorme fonte de informação importante e curiosa que todo o mundo deveria tomar conhecimento. É caso para dizer que JRS fez o trabalho de casa! 

Gonçalo Vieira, 11ºA

domingo, 8 de janeiro de 2012


O Jogador, de Fiódor Dostoiesvki

É uma história relatada na primeira pessoa por Aleksei Ivanovitch, um jovem com grande caráter crítico, mas que carece de objetivos na vida. A ação decorre na cidade fictícia de Rolemterburgo, na Alemanha, num ambiente de casinos. Aleksei trabalha num hotel para o General; este tem uma enteada (Paulina) que mantém uma relação de amor/ódio com Aleksei.

Ivanovicth percebe que algo não estava bem naquela família e, ao longo da história, desvenda os tais mistérios: Paulina pede a Aleksei que jogue na roleta, porque precisa urgentemente de dinheiro. Aleksei virá a descobrir que o dinheiro era para pagar um dívida do General  a dois franceses (De Grieux e Mlle. Blanche). O General teria hipotecado o hotel e caso não conseguisse pagar a dívida, a sua única saída era a herança que receberia pela morte de sua avó, que estava muito velha e doente. Contudo, a avó aparece de surpresa e perde toda sua fortuna no jogo propositadamente, para que seu neto (General) não se casasse com Mdlle. Blanche, uma ex-prostituta francesa.

Aleksei Ivanovitch mantém diálogos com seu amigo inglês, Mister Astley, ao longo da historia, e no fim encontra-se num dilema complicado de resolver, mas se quiser saber que dilema é esse vai ter de ler o livro.

Victor Lucas nº23 11ºB


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011


Pequeno resumo sobre a obra Flor do deserto escrita por Warris Darie.


Esta é uma história verídica.
A personagem principal é Warris Darie. Warris vivia num deserto da Somália com os seus pais e com os seus irmãos. Aos 3 anos foi mutilada e logo mais tarde, com apenas 13 anos, a personagem foi submetida pelo seu pai a um casamento com um homem de 60 anos. Warris não tinha a intenção de casar-se com ele, e como consequência, foge para a capital (Mogadishu), onde é acolhida pela sua avó e onde passa uns tempos.
Certo dia, Warris, já numa idade adulta, é enviada para Londres pela avó. Como não tem habilitações literárias, vai trabalhar como empregada de limpeza na Embaixada da Somália.
Quando decide retornar ao seu pais de origem, descobre que está ilegal no seu país e não tem lugar onde ficar. Então, é com a ajuda de Marylin que Warris consegue um sítio para viver e um lugar onde trabalhar. É no lugar onde trabalha que Warris irá ser descoberta por um fotógrafo famoso, Terry.
Warris entra numa agência de modelos e torna-se uma grande potência mundial a nível da moda, graças à sua agente Lucinda.
A personagem principal obteve um sucesso imediato e irrefutável, mas em contrapartida nunca se esqueceu da sua infância, uma infância onde era feliz e onde não se esqueceu da crueldade e do preconceito a que as raparigas Somalis estão sujeitas (principalmente a mutilação).
Cândida Gomes 11ºD nº8


domingo, 18 de dezembro de 2011

O Velho e o Mar

O livro O Velho e o Mar relata a história de um velho pescador, de nome Santiago, que não pescava nada há mais de 80 dias, o que fez com que fosse gozado pelos demais camaradas, sendo considerado um "azarado". Contrariamente à atitude destes, havia um rapaz, Manolim, que desde muito novo pescava com Santiago e que, por isso, o admirava mais do que tudo e o encorajava a retornar ao mar para alcançar o grande sonho de pescar um enorme peixe e deixar todos os habitantes da praia boqueabertos.
Certo dia, o velho partiu para alto mar onde, ao fim de alguns dias, travou uma tremenda luta com um espadarte que era nada mais nada menos do que o seu sonho. O peixe era de grande envergadura, possuía listras púrpura enfaixadas num corpo de cor alfazema pálida, que contrastava com o azul escuro do mar.Tinha os peitorais medonhamente abertos de par em par e a sua barbatana dorsal contraída.
O segredo da vitória desta batalha foi o facto do pescador ter conseguido vencer o peixe pelo cansaço, fazendo com que todas as forças do mesmo fossem esgotadas ao puxar o barco para si, acabando por culminar com a sua pesca.
Para desalento de Santiago, no regresso a casa, o seu peixe foi devorado por muitos tubarões esfomeados, que apenas deixaram para trás a espinha da sua conquista.Contudo, os restantes pescadores, ao verem o comprimento do pescado, saudaram o velhote e passaram a respeitá-lo e a vangloriá-lo pelo acto de bravura.
Deste livro se retira uma lição de vida clara e simples que ficará ao critério de cada um descobrir.
Eu gostei de reler este livro, precisamente pela lição que dele podemos extrair, apesar de não ser o meu tipo de leitura preferido.

Mafalda Sant'Ana 11ºB

domingo, 20 de novembro de 2011

Looking for Alaska

 Looking for Alaska é o primeiro livro  publicado do autor John Green.

Miles “Pudge” Halter é um rapaz fascinado pelas últimas palavras que algumas pessoas famosas proferem antes de morrer – e está cansado da sua vida segura e medíocre ao pé de casa. Então, parte para um colégio interno para procurar o que o poeta François Rabelais chamou (nas suas últimas palavras) de “Um Grande talvez” .
Muito coisa aguarda Miles no Internato de Culver Creek, incluindo Alaska Young. Engraçada, inteligente e linda de morrer, Alaska vai pôr Miles no seu labirinto, catapultando-o para o seu “Grande Talvez”
Quando a tragédia atinge o grupo coeso, é apenas com a chegada, cara a cara, da morte que Pudge descobre o valor de viver e amar,  incondicionalmente.

      Este livro apresenta-nos alguns dos grandes problemas da vida: sofrimento, perda e luto, mas fá-lo com tanta compaixão, inteligência e humor que o impacto que temos é encorajador. Até o diretor da escola, no final, acaba por ser humano. Não existem personagens delicadas neste livro e este não se dedica a construir um “e viveram felizes para sempre” final.
  As personagens procuram todas individualmente um fecho nos seus próprios termos. Estão bem concebidas e são inteligentes e cheias de peculiaridades individuais, o que faz com que nós nos identifiquemos ao máximo com elas.
      É um livro que é para ser lido durante um período longo de tempo, apreciando cada momento profundamente, reconhecendo e relacionando cada aspeto connosco próprios.
       Esta é a história da viagem de um rapaz através do labirinto que Alaska lhe apresentou.


Joana Raminhos 11ºA,      Nº11