terça-feira, 20 de março de 2012

Um Estudo em Vermelho,  de Arthur Conan Doyle

Doutor Watson (médico), depois da Segunda Guerra Afegã,  chega a Londres, onde se hospeda num hotel, mas, quando começa a ficar com pouco dinheiro, decide procurar alguém para repartir as despesas. Assim encontra um velho amigo, Stanford, que lhe apresenta um outro amigo, que estava com o mesmo problema, ficar no laboratório de um hospital o dia todo. Assim Watson conhece Sherlock Holmes e eles alugam o apartamento 221 B em Baker Street, escolhido pelo misterioso Sr. Holmes. 
Sherlock é uma pessoa muito intrigante e revela que detetives da Scotland Yard o consultam em casos confusos.
Tobias Gragson e Lestrade, dois investigadores, chamam Holmes, pois um homem havia sido encontrado em Jardins Laurinston em uma situação muito estranha: havia sido envenenado, mas havia sangue por toda parte e não era da vítima. Uma aliança feminina também é encontrada. E o que é que um bêbado em frente à casa teria a ver com a história? E quem teria escrito a palavra em alemão “Rache” ( vingança) na parede?
A vitima era dos EUA, e se chamava Drebber, mais porque o seu secretario Stangerson também fora assassinado um tempo depois em outro lugar.
Holmes descobre que ambos eram de uma cidade mórmon, tinham desafiado as regras e fugiram de Salt Lake City, pois os misteriosos Anjos vingadores poderiam pegá-los. Mas um antigo inimigo os persegue até conseguir concluir o seu objetivo. Quem seria o verdadeiro vilão com tão poucos suspeitos, e o que é que as vítimas teriam feito no passado para provocar tal ira, mesmo sem saber o culpado estava à beira da morte por causa de uma doença provocada pela perseguição que fez, por tanto tempo. Sherlock conseguiria encontrar essa pessoa antes que ela morresse? Ele seria reconhecido por ter resolvido o caso? Por via das dúvidas, Watson decide relatar este fato, e esta se torna na primeira aventura do maior detetive do mundo, Sherlock Holmes.

Victor Lucas nº23 - 11ºB

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